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Carlos Cidade eleito Presidente da Concelhia do PS/Coimbra com 69,06% dos votos

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Comemorar o 1º de Maio


“Comemorar o 1º de Maio é um dever de consciência”, afirmou Carlos Cidade.

No âmbito da campanha para a Presidência da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, Carlos Cidade comemorou o 1º de Maio, na sua véspera, no lindo pátio da Sede do PS em Coimbra.
Carlos Cidade abriu a sessão, recordando o tempo em que o sindicalismo era uma actividade que o ocupava diariamente. Essa experiência ajudou-o na sua própria formação política, pelo que “comemorar o 1º de Maio é um dever de consciência”.
O primeiro orador foi Nuno Filipe, ex-quadro superior da Administração Pública e ex-activista da então Esquerda Laboral do PS. Além da sua experiência sindical e política, serviu-se da sua formação em História e deu uma autêntica aula sobre a origem do próprio sindicalismo, recuando até ao século XIX, altura em que, disse “terem surgido os movimentos sindicais”. Para Nuno Filipe, “falar do 1º de Maio é ter memória do passado para preparar o futuro”. O sindicalismo surgiu na altura do aparecimento da máquina a vapor que “criou um problema de excesso de mão-de-obra”. Como disse, a intervenção de Filipe foi uma autêntica aula, pelo que seria fastidioso detalhar, nesta crónica, cronologicamente toda a sua factual intervenção. No entanto, destaca-se da sua comunicação, a referência de como nasceu o Partido Socialista e o seu papel na defesa dos trabalhadores desde a sua origem até aos dias de hoje. Terminou abordando o tema inicial, “a memória histórica”, afirmando a “certeza que o Carlos Cidade tem-na e não se vai esquecer, até pela sua experiência de vida”.
Carlos Silva, presidente Sindicato Bancários do Centro e dirigente da UGT e membro do Conselho Económico e Social, foi o outro convidado para participar nesta comemoração. Militante do Partido Socialista há 30 anos, começou por afirmar o seu “claro apoio a Carlos Cidade”, o que já tinha feito pessoalmente. Na sua intervenção abordou o papel dos sindicatos na sociedade de hoje, comparando com o que se passava há algumas décadas atrás. Reconhece que “hoje o problema é mobilizar os trabalhadores para a vida sindical”. Apesar de tudo, dá um excelente exemplo da importância do sindicalismo, com a sua própria experiência no sector da Banca. Alertou para a situação actual, onde “hoje é o capital que manda na política e em tudo o resto”. Como dirigente da UGT e respondendo à pergunta que tanta vez ouve: “Porque é que a UGT não faz greves?”, respondeu: “não confundimos assinaturas de acordos em negociações com cedências e achamos que mais vale um acordo melhorado que nenhuns acordos, por isso temos assinado vários com o Governo”. Fez ainda um pouco de história sobre a própria UGT, lembrando que ainda recentemente foi criada a UGT/Coimbra, sendo eleito seu presidente, e que para cativar os mais novos, anunciou que brevemente iria também ser criada a Juventude da UGT/Coimbra. Na sua intervenção, foram muitos os temas abordados, mas destaque para a defesa na “criação de um Observatório do Emprego”, o qual devia ser representado por várias instituições, mas não podia ser muito grande para poder ser eficaz e funcional.
Na parte do debate, intervieram Juvenal Sousa, para sugerir a Carlos Cidade a importância de ter na sua equipa “jovens sindicalistas” e Rui Duarte, presidente da Federação da JS/Coimbra, que começou a sua intervenção dizendo que “a realização desta iniciativa é uma demonstração de genuidade ideológica e uma manifestação de honestidade intelectual da candidatura do Carlos Cidade à CPC do PS/Coimbra, pois o sindicalismo é uma frente acção socialista, uma frente de acção humanista que honra o ideário trabalhista do PS. Nesta linha, é preciso repensar a actual abordagem tímida, e muitas vezes preconceituosa, do PS em relação ao movimento sindical.” Referindo-se mais à juventude, terminou a sua intervenção dizendo que “o princípio fundador do movimento socialista em finais do séc. XIX, está hoje mais actual que nunca: a emancipação digna dos homens e das mulheres. Os jovens são a franja social mais vulnerável no mercado laboral, afectados pela precariedade e acima de tudo pelo desemprego. Paradoxalmente, os jovens, enquanto franja mais vulnerável são os que menos se revêem no papel dos sindicatos, é preciso inverter esta tendência nos dias que correm”.
Carlos Cidade encerrou esta sessão convívio agradecendo as excelentes intervenções dos oradores, destacando a importância do sindicalismo nos dias de hoje e reconheceu que “o Governo já deu várias provas da aposta no diálogo e na negociação para ultrapassar as dificuldades” e também reconheceu que “tem havido alguma abertura e capacidade negocial da CGTP e da UGT com o Governo, o que é sempre um bom sinal para os trabalhadores”.
Neste encontro, Carlos Cidade foi acompanhado pelos seguintes membros da sua Comissão de Candidatura: António Sequeira, António Vilhena, Carlos Martins (Cazé), Ferreira Nunes, Linhares de Castro, Paulo Martins, Pedro Miguel Martins, Maria do Rosário Pimentel, Mário Carvalho e José Soares.
Saudações socialistas.
Coimbra, 03 de Maio de 2010.

PEL'A COMISSÃO DA CANDIDATURA DE CARLOS CIDADE
O Director da Comunicação,
josesoares.ps@gmail.com

sábado, 1 de maio de 2010

1 de Maio de 1974



A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS

sexta-feira, 30 de abril de 2010

HOJE comemoramos o Dia Mundial do Trabalhador

Hoje, Sexta-feira, dia 30 de Abril,
a partir das 18 horas


Pátio do PS, à Rua Oliveira Matos


ENCONTRO/CONVÍVIO com sindicalistas socialistas e independentes

Tendo como Oradores os nossos camaradas

Nuno Filipe

Quadro Superior da Administração Pública, foi activista da então Esquerda Laboral do PS;

Carlos Silva

Presidente Sindicato Bancários do Centro e dirigente da UGT e membro do Conselho Económico e Social

CONTAMOS CONSIGO

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Vamos assinalar o Dia Mundial do Trabalhador

Dia Mundial do Trabalhador

Em 1886, Chicago, EUA

Foram muitos momentos difíceis, as lutas dos trabalhadores que em 1886, em Chicago, enfrentaram forte repressão policial por reivindicarem melhores condições de trabalho e, especialmente, reivindicaram uma jornada de trabalho de oito horas.

Nessa época foram presos e morreram trabalhadores, que desde então, se tornaram símbolos para todos os trabalhadores do Mundo.

Dia do Trabalhador em Portugal

Em Portugal com a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia, e só a partir de Maio de 1974, imediatamente a seguir ao 25 de Abril desse ano da revolução é que se voltou a comemorar livremente o Dia Mundial do Trabalhador e cuja manifestação por todo o País veio confirmar pelo trabalhadores e pelo Povo o que se iniciou com a Revolução dos Cravos.

Recordo em Coimbra, a grandiosa manifestação que percorreu as ruas da cidade e terminou em pleno relvado do Estádio Universitário.

O Dia do Trabalhador hoje

Ao longo dos últimos anos as comemorações do Dia Mundial do Trabalhador, tem-se desenvolvido através principalmente de manifestações e desfiles, em vários pontos do País, sob a iniciativa das centrais sindicais a CGTP-IN e a UGT, com carácter reivindicativo e de defesa dos direitos conquistados pelos trabalhadores.

Este ano as centrais sindicais já definiram os seus objectivos para este 1º. de Maio. A UGT elege a luta contra o desemprego e por melhores salários, por outro lado a CGTP-IN diz não ao desemprego, à precariedade do emprego, à redução dos salários, às desigualdades e à pobreza.

Sem dúvida que este Dia Mundial do Trabalhador, se realiza num período particularmente difícil, face às dificuldades por que passa o nosso País, em consequência da crise económica - financeira.

Esta situação deve exigir de todos nós uma grande reflexão, perante as dificuldades governativas em debelar a crise e as necessárias exigências de regularização das contas públicas, que se reflecte a todos os níveis da nossa economia, e naturalmente nos trabalhadores em primeira mão.
As questões principais colocadas pelas centrais sindicais nestas comemorações, não deixam de ser pertinentes e actuais, mas sem dúvida que o esforço para ultrapassar todos estes problemas deve exigir acima de tudo um grande diálogo entre todos os parceiros sociais e o Governo. Esta tem que ser a matriz.

A nossa candidatura vai assinalar o Dia Mundial do Trabalhador

Não poderia, por nenhuma razão deixar de assinalar este marco importante da história da luta dos trabalhadores, pelo que realizamos

na próxima Sexta-feira, dia 30 de Abril, a partir das 18 horas

Pátio do PS, à Rua Oliveira Matos

ENCONTRO/CONVÍVIO com sindicalistas socialistas e independentes

Tendo como Oradores os nossos camaradas
Nuno Filipe
Quadro Superior da Admt. Pública, foi activista da então Esquerda Laboral do PS;
Carlos Silva
Presidente Sindicato Bancários do Centro e dirigente da UGT e membro do Conselho Económico e Social

Um abraço solidário, contamos consigo.

Carlos Cidade