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Carlos Cidade eleito Presidente da Concelhia do PS/Coimbra com 69,06% dos votos

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

quinta-feira, 17 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

Tomada de posse da Concelhia Socialista

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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Entrevista de Carlos Cidade

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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Discurso de Carlos Cidade na noite na vitória eleitoral



Camaradas e amigos,

Permitam-se que envie daqui uma saudação aos nossos camaradas Paulo Valério e Luis Santarino.

Peço-vos desculpa por primeiro dedicar esta vitória à memória do meu pai.

Quero agradecer aos militantes do PS de Coimbra, por nos terem dado esta extraordinária vitória.

Agradeço à excepcional Comissão de Candidatura que me acompanhou, pois esta vitória, é a vitória de uma grande equipa, que trabalhou durante estes meses de forma empenhada, e que comprovam que o Carlos Cidade, não estava só.

A todos sem excepção, o meu obrigado do fundo do coração.

E aproveito a oportunidade, para lançar desde já um desafio àquele que de forma profissional e militante, levou a nossa campanha, o nosso projecto e a nossa equipa, o mais longe que era possível, ao José Soares, que aceite Chefiar o Gabinete da Presidência da Comissão Política Concelhia.

Quero agradececer ao mandatário, camarada Reis Marques, ter aceite esta tarefa, o que muito nos honrou.

Agradeço ao Presidente da Comissão de Honra, o Manuel Machado, referência notável, repito, notável do Partido Socialista, homem de grandes qualidades humanas e um Grande Socialista.

Aos meus amigos, que embora não comprometidos com o PS sempre me ajudaram e acompanharam neste projecto. Também lhes dedico esta vitória e outras que com certeza hão-de vir por aí.

Um agradecimento muito especial aos Jovens da JS, pelo empenhamento, que nos contagiou com a sua irreverência.

Ás mulheres, cuja representação na nossa lista foi para além do que a imposição legal. Muito obrigado, pela vossa sensibilidade.

Agradeço aos Secretários – Coordenadores das Secções do PS que me apoiaram e a todos os Presidentes de Junta de Freguesia eleitos pelo PS.

Um também especial agradecimento às várias personalidades que participaram nas nossas acções de campanha.

Camaradas,

Costuma dizer-se que os útimos são os primeiros, e neste caso é mesmo verdade.

Quero de forma transparente e aberta, justificar porque me intitularam um candidato rico. Sou de facto um candidato rico. Rico, porque tenho esta familia, a Elsa e o Francisco, que nesta pugna eleitoral foram na sombra, mas como todos podem ver estão aqui ao meu lado, e não são desconhecidos.

Como ia dizendo, Eles foram na sombra, são e continuarão a ser os meus mecenas.

Camaradas,

O PS vira hoje uma página.

O PS tem que ser uma escola de virtudes e não o permanente mal dizer.

Nesta ocasião, também não posso deixar de agradecer a um ou outro camarada que pelas suas responsabilidades politicas e posições priveligiadas, utilizou meios de forma menos correcta e até de forma ilegitima e que procurou pressionar quem tem responsabilidades de levar a mensagem á opinião pública.

Repito, a ele agradeço, porque falhou nos seus intentos e por isso mesmo, valorizou a nossa Vitória.

Em política, não pode valer tudo!

Camaradas AGORA, TODOS JUNTOS vamos integrar a actividade do PS num horizonte de recuperação da gestão da Câmara Municipal e da maioria das Juntas de Freguesia.

AGORA, TODOS JUNTOS, vamos trabalhar para credibilizar o PS, vamos fazer uma mudança responsável, para UNIR o PS, para abrir o Partido, respeitando sempre o acervo colectivo do PS/Coimbra.

AGORA, TODOS JUNTOS, faremos do PS Coimbra, um espaço de diálogo, tendo todos os militantes a mesma importância. Para nós não há militantes de primeira ou militantes de segunda.

Camaradas AGORA, TODOS JUNTOS, vamos encontrar soluções para uma nova visão sobre Coimbra.

Queremos Coimbra, Capital Regional, valorização e promoção da Universidade, do Sector da Saúde.

Queremos novas industrias, repito industrias, respeitadoras do ambiente e de elevado conteúdo teconológico.

Queremos a expansão do projecto do Metro Ligeiro de Superficie.

Queremos valorizar a centralidade de Coimbra, no contexto da Bacia Hidrográfica do Mondego.

Queremos um urbanismo democrático, participado e transparente.

Na situação social que hoje se vive, exigimos novas politicas municipais de preocupação social.

Queremos implantar politicas mais eficientes de reabilitação urbana e de politicas habitacionais.

Queremos politicas prioritárias para a recuperação do Centro Histórico, factor fulcral para a competitividade de Coimbra.

Queremos acabar com o isolamento de Coimbra no plano turístico, exigimos a integração de Coimbra no Turismo Centro Portugal e na Agência de Promoção Externa do Centro.

Queremos efectivas politicas culturais, dando dimensão cultural a Coimbra, no plano nacional e internacional.

Camaradas,

Não estou preocupado com a mesquinhez. Para além das preocupações naturais com as questões internas do PS, quero precoupar-me com os problemas concretos de Coimbra, com os problemas concretos dos nossos concidadãos. É para isso que devemos orientar a nossa actividade politica.

E desde já vos prometo, que não iremos fazer descansar os militantes, porque cada um terá que ser parte da obra que queremos construir.

Porque Coimbra vale a pena!

Mais uma vez, obrigado a todos.

VIVA COIMBRA e as suas 31 freguesias!

VIVA O PS!

Carlos Cidade

André Figueiredo almoçou com Carlos Cidade


No passado sábado,dia 29/Maio, o Secretário-Nacional para a Organização do PS, André Figueiredo, almoçou em Coimbra com Carlos Cidade e outros camaradas.
O momento serviu também para informar o dirigente nacional socialista, dos propósitos do entretanto eleito presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra.
No fim do almoço, André Figueiredo passou ainda pela Sede do PS de Coimbra, onde assinou em conjunto com João André Amaral, a proposta de adesão do novo militante: João Gabriel.
Saudações socialistas.
Coimbra, 31 de Março de 2010.

PEL'A COMISSÃO DA CANDIDATURA DE CARLOS CIDADE
O Director da Comunicação,
josesoares.ps@gmail.com

domingo, 30 de maio de 2010

VITÓRIA ESMAGADORA DE CIDADE

PS/COIMBRA
Carlos Cidade é o novo presidente da Concelhia de Coimbra do Partido Socialista. Terá alcançado cerca de 70% dos votos. Carlos Cidade explica por que é um candidato rico. É por causa da família, que segundo o eleito foi o verdadeiro mecenas da sua campanha.
Carlos Cidade: 663 votos. (69,06%). 43 eleitos. Paulo Valério 292. 18 eleitos. O candidato só não venceu em duas secções (Almedina de Carlos Pinto e Antanhol de José Valério).
Promete unir o partido, respeitando a diversidade de opinião. Afirma que a partir de agora vai deixar de haver candidatos de 1ª,2ª ou 3ª. Quer conquistar CMC e maioria das freguesias. Deseja reforçar a centralidade de Coimbra.
O discurso de CC é um verdadeiro programa do governo da cidade. Pretende integrar Coimbra na Turismo Centro de Portugal. “Cada um é parte da obra que desejamos construir”, diz Cidade.
CC já tou a primeira medida. De peso! Anuncia que Carlos Clemente vai filiar-se no PS. Já não era sem tempo, dizem vários militantes. José Soares será o chefe de gabinete da concelhia de Carlos Cidade.
.../...

sábado, 29 de maio de 2010

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Mensagem Final de Carlos Cidade

Filme produzido por Carlos Martins (Cazé)

Caros e caras camaradas,

Ao aproximar-se o acto eleitoral de amanhã, quero agradecer a todos os militantes sem excepção a forma como me receberam nestes últimos meses e me acompanharam, que só comprova que me conhecem e que conheço bem cada um de vós.

Foram meses de intenso trabalho, mas gratificante pelo nível do debate que se imprimiu à nossa campanha.

O PS de Coimbra estava a necessitar deste debate.

A todos o meu profundo agradecimento.

Quero ainda apelar a todos os militantes do PS de Coimbra, que façam uma escolha clara, para uma Mudança Responsável, com seriedade e honestidade.

Temos uma ética de responsabilidade, face às nossas obrigações perante a Cidade de Coimbra e as suas 31 freguesias.

A nossa candidatura quer um PS em Coimbra, que não seja apenas retórica, mas que assuma os seus valores e lute por causas.

Temos a obrigação de preparar uma alternativa política no Concelho de Coimbra, porque Coimbra vale a pena.

Eu conto consigo!

Sabe que pode contar comigo, SEMPRE!

Bem hajam!

VIVA COIMBRA E AS SUAS 31 FREGUESIAS!
VIVA O PARTIDO SOCIALISTA!

Carlos Cidade

Entrevista de Carlos Cidade


CARLOS CIDADE



Amanhã, os militantes socialistas de Coimbra escolhem um novo presidente da Comissão Política Concelhia. O jurista e vereador Carlos Cidade é candidato a presidente da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, pela “LISTA A”.


CARLOS CIDADE - A Mudança Responsável
“Candidatos a três meses das eleições é que não”


O que mudará na liderança da concelhia socialista caso vença?


Assumo dizer que mudará tudo ou quase tudo, pelo simples facto de que actualmente não existe concelhia ou não funciona de forma alguma. E nos tempos que correm, tanto a nível nacional como local, precisamos de um PS dinâmico, empreendedor. A partir do dia 30, os militantes do PS em Coimbra vão ter uma “casa”, vão saber onde e a quem apresentar e discutir os seus problemas, as suas ideias.


O principal desafio do próximo presidente da concelhia é unir o partido?


São enormes os desafios que se avizinham. Tenho a satisfação de poder dizer que eu e a minha equipa trouxemos de novo muitos socialistas ao activo. Muitos deles há muito afastados da vida interna do partido, da discussão e que regressam entusiasmados com o projecto e lista que lidero. Este é o maior exemplo de quem quer unir o partido. Para mim não há militantes de primeira e de segunda. Só com o apoio de todos os militantes, e para tal tem de haver união, será possível concretizar o inadiável: reconquistar a Câmara de Coimbra.


O que justificou uma pré-campanha tão centrada no debate interno?


A minha prioridade foi ouvir e interagir com os militantes, que são a razão de ser deste PS. Um partido organizado, primeiro, deve debater internamente para depois estabelecer linhas programáticas, estratégias e ideias para o governo da cidade. Daí que, no período de debate interno, fossem tidos em conta os problemas que existem no concelho. Uma decisão justificada pelos problemas que o munícipe de Coimbra enfrenta e que são da responsabilidade de quem governa a nossa cidade há quase 10 anos e que tive oportunidade, de forma insistente, de referir durante a campanha e que teve reflexo público. O debate de ideias é muito mais importante. Só com debate aberto e frontal chegamos à conclusão do que é preciso fazer. E é isso que nos anima: fazer bem e resolver os problemas dos cidadãos – só sei fazer política assim.


A vitória na concelhia significará uma futura candidatura ao município?


Sempre disse que o projecto que lidero é para quatro anos, ideia que saiu reforçada durante esta campanha. Há muito que fazer nestes dois primeiros anos. Os restantes servirão para motivar todos a apoiarem quem o partido entenda ser a melhor escolha para governar a nossa cidade. Não podemos cometer os erros anteriores e escolher candidatos três meses antes das eleições. Vou a votos com uma equipa que tem como ambição de devolver a Câmara e a maioria das freguesias ao governo PS. Só importa a conquista do poder tendo a certeza de que melhor trabalho será feito e os munícipes vão sentir a mudança necessária.

In: Jornal “Diário As Beiras” – 28-05-2010
António Alves


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quinta-feira, 27 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Discurso de Carlos Cidade

Tal como dissemos anteriormente, publicamos hoje o video com o discurso integral de Carlos Cidade proferido no jantar de campanha que, recorde-se, juntou mais de 700 pessoas.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

segunda-feira, 26 de abril de 2010

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Educação um desafio para as autarquias



A escola tem evoluído para uma organização cada vez mais complexa.
A questão da proximidade pode ser uma das condições-chave para desenvolver uma melhor Escola.
A escola será sempre o local de prestação do serviço de Educação onde se farão sentir, e serão sempre maiores, as exigências de liderança e de responsabilização pelos resultados dos alunos, bem como as exigências de garantia da qualidade das aprendizagens.
A questão das transferências que se vão concretizando poderá colocar em causa ou não as competências próprias das escolas?
Reconhece-se que as importantes mudanças no primeiro ciclo do ensino básico só foram possíveis porque contaram com a disponibilidade das autarquias.
Uma das questões que se coloca, é a verificação da suficiência ou não dos recursos canalizados, quer humanos, quer tecnológicos e nomeadamente financeiros necessários ao cumprimento da sua missão, exigindo-se, em troca, transparência e rigor na sua utilização.
As alterações produzidas, abrem novos espaços de colaboração mais consequentes entre as autarquias e as escolas e partilha de responsabilidades.
Essa partilha tem-se desenvolvido em particular no âmbito dos jardins-de-infância e das escolas de primeiro ciclo, nos domínios da afectação de recursos humanos não docentes, de instalações e de equipamentos, bem como de apoio social escolar aos alunos.
Podemos imaginar facilmente um futuro em que as autarquias disporão de mais competências na afectação dos recursos necessários à actividade das escolas?
PARTICIPE, CONTRIBUA COM A SUA OPINIÃO!
Esperamos por si.
Abraço

Carlos Cidade

segunda-feira, 29 de março de 2010

Quem tem sede?



A abundância relativa do bem água é ilusória. No nosso planeta podemos encontrar dois tipos de água, a doce e a salgada e esta na Terra corresponde a mais de 95%.
No entanto, os poucos menos de 5% de água doce não se encontram totalmente disponível para utilização pelo Homem.
Dizem os entendendidos que apenas 0,3% da totalidade de água doce está à disposição do Homem, com vista à sua utilização.
No futuro imediato é previsível e já acontece que cada vez mais se gastem recursos com o tratamento das águas e se recorra a tecnologias mais dispendiosas, o que implica que no presente tenhamos de reconhecer a existência de um custo marginal de longo prazo muito elevado.
Numa acepção geral, todos os recursos são esgotáveis.
A água é um recurso renovável, cujo ritmo de regeneração depende de factores naturais, exógenos ao Homem, mas também de factores que dependem da gestão de água potável e das águas residuais.
Se tratarmos as águas residuais antes de as devolvermos à natureza, estaremos, de certa forma, a participar no processo de regeneração da água, fazendo com que o processo seja mais célere e que o impacto negativo no ambiente seja menor.
Assim, a abundância ou escassez relativa da água dependerá das dotações iniciais, do ritmo de regeneração e do nível de exploração e consumo, nos seus diversos fins.
Isto é, a água possui um valor próprio quando conservada no seu estado natural, e que se perde sempre que a extraímos da natureza para satisfazer as nossas necessidades.
O aumento da procura de água leva frequentemente a que os produtores esgotem a sua capacidade de extrair água a baixo custo (em poços e fontes naturais, por exemplo) e tenham de recorrer a tecnologias mais dispendiosas como a dessalinização ou ao transporte de zonas bastantes distanciadas, aumentando, desta forma, o custo da água.
Assim, considera-se que a procura da água é crescente, de tal forma que num determinado período de tempo o produtor é obrigado a recorrer a técnicas mais dispendiosas para obter água potável.
Nos últimos tempos os decisores políticos têm apontado no sentido de que os consumidores paguem a totalidade dos custos da água, a que se designa “full cost recovery”, em obediência ao “princípio do utilizador-pagador”.
Mas se há sector onde o termo equidade é relevante é o da Água, que deve ter presente as classes sociais com mais baixos rendimentos que tem que ter acesso à aquisição de água potável e aqui estamos a falar de solidariedade.
Mas também solidariedade entre indústria e população doméstica ou indústria e agricultura, assim como entre as regiões, pelo que deve haver solidariedade entre elas.
Por exemplo nas regiões onde a água é mais escassa, o seu preço tenderá a ser mais elevado, e tratando-se de uma região menos desenvolvida deverá haver solidariedade entre regiões.
Mas o facto é que a água tem de ser acessível a todos.
Estamos assim, perante desafios futuros que se colocam a todos.
Por exemplo no caso de Coimbra temos a sorte de estar integrados na Bacia Hidrográfica do Mondego, que nos permite claramente e através do elemento água, ser um factor de Coesão Regional.
Mas as dificuldades que de forma muito sintetizada, acabo de colocar, não pode levar a que possíveis ou necessários processos de reestruturação em curso relativos à gestão dos vários sistemas, implique que a água, saia da esfera pública.
Não podemos permitir que qualquer processo negocial relativamente ao património municipal, como a empresa municipal Águas de Coimbra, seja desbaratado, perante o facilitismo de alguns e os desejos inconfessáveis de outros.
Coimbra pode-se orgulhar da sua água, e por isso mesmo pode levar a desejos de sede economicista de um património de recursos humanos de grande qualidade, de serviços que prestam, que honram a causa pública, e por isso exigem-se processos de transparência, face às possíveis tentativas declaradas ou não, de colocar em causa o serviço prestado.
Embora reconhecendo que qualquer processo de reestruturação, tem e deve ter por base o principio da solidariedade, não pode pelos tais interesses meramente economicistas, colocar em causa o património da população de Coimbra, e o bem essencial que é de todos nós, a água, determinante para a nossa vida.
É caso para perguntar. Quem tem sede?

Carlos Cidade
Publicado no Diário de Coimbra - 29-03-2010