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Carlos Cidade eleito Presidente da Concelhia do PS/Coimbra com 69,06% dos votos

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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Colóquio: “Que Cultura de (o)culta a Coimbra?”



“Foi um esforço que valeu a pena, para mostrar a dinâmica desta campanha e desta candidatura”, afirmou Carlos Cidade.

No âmbito da campanha para a presidência da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, a Comissão da Candidatura – “A Mudança Responsável – Coimbra Vale a Pena”, levou a efeito o seu quinto e último colóquio, subordinado ao tema: “Que Cultura de (o)culta a Coimbra?”, realizado na passada 4ª Feira, dia 26/Maio, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra.
Este colóquio for aberto por António Vilhena, vereador da CMC, membro da Comissão de Candidatura e coordenador da organização destes colóquios. Para o moderador e ao contrário do que muitos pensam, “a Cultura contribui para a própria economia” e este sector dá emprego a cerca de “127 mil pessoas”. Antes de passar a palavra aos oradores convidados, afirmou que “Coimbra tem quase tudo, mas há sempre qualquer coisa que não encaixa”.
Isabel Vargues, directora do Teatro Académico de Gil Vicente, começou por dizer que o tema Cultura é recorrentemente abordado nas conversas que tem com os vereadores António Vilhena e Carlos Cidade. Lembrou que há muito que a Universidade de Coimbra deixou de ser a única no país e interrogou-se se essa perda de influência não contribuiu para a realidade de hoje, onde “Coimbra já não é uma cidade de poder”. Diz-se apostada na formação da ”Fundação Cultural da Universidade de Coimbra" e espera o apoio de todos para esse importante projecto. Reconhece a importância da “ligação do poder à cultura” e deixou uma interrogação: “Alguém sabe quantas vezes o ministro da Cultura veio a Coimbra?” Reconhece que algo de positivo tem sido feito e que hoje são vários os espaços da cidade onde se promove cultura: Teatro da Cerca, Teatrão, Salão Brasil e outros, “o que não acontecia desde 2008”.
José Ribeiro Ferreira, professor catedrático da Faculdade de Letras, começou por afirmar que é “duma cultura em extinção”, referindo-se ao estudo da sua especialidade: Grécia e Roma. Admite que não haja “em Portugal nenhuma escola que ensine grego e poucas haverá que ensinem latim. Para mim, esta cultura é importante” e não concebe que uma universidade não ensine árabe, hebraico e outras línguas menos comuns. Admite que “Coimbra vive de costas voltadas para a Universidade”, quando “as duas deviam lutar no mesmo sentido”. Na parte final da sua intervenção, apelou à memória colectiva, lembrando como tratamos os nossos homens da cultura. “Camilo Pessana é um dos maiores escritores portugueses, nascido em Coimbra, o seu espólio está no Museu Machado de Castro e não há um beco com o seu nome”, lamentou o professor.
António Pedro Pita, Director Regional a Cultura, começou a sua intervenção usando o humor, o que conseguiu, e disse também o professor da Faculdade de Letras, que foi aluno de dois dos professores presentes neste colóquio: Linhares de Castro e José Ribeiro Ferreira (que curiosamente também foi meu professor). Considerou que “a política cultural é uma modalidade da política” e é esse imperativo que quis relevar. Defende que “a produtividade da cultura produz resultados e não é um investimento a fundo perdido”. Hoje “a rentabilidade da cultura é uma descoberta”. Alertou para o perigo da “enxurrada de informação a que hoje temos acesso”, muita da qual não a procuramos. Sobre a cultura da nossa cidade, considerou que “Coimbra se tem ocultado a si própria”. Achou que “se o diagnóstico não está feito, estamos em condições de completá-lo”. Questionou a proliferação das casas-museu, em desuso em todo o lado e, sobre Coimbra, deixou uma clara mensagem: “Apostamos em tudo e depois não conseguimos nada”.
Seguiu-se o espaço de debate, o qual foi iniciado por Romero de Magalhães. Este professor lembrou que fez uma representação teatral na inauguração do Teatro Académico de Gil Vicente. Fez uma análise dos públicos e ofertas culturais desde essa altura até agora, interrogando-se: “Como é possível que hoje se juntem apenas 19 pessoas para assistirem a um espectáculo de qualidade?”. Também questionou a perda de influência de Coimbra, em que até a sua “Universidade está hoje transformada numa universidade regional ou até local!?”. Terminou dizendo: “É preciso que se questione todo este abandono”.
Da Comissão de Candidatura, intervieram ainda: Carlos Martins (Cazé), que numa perspectiva mais virada para a juventude, disse que “as propostas culturais para Coimbra são pobres”, para o que também contribui o facto do executivo camarário dar apenas “meio-tempo à vereadora da Cultura, o que é um mau sinal para a importância que dá a este sector”. Defendeu ainda que se devia “aproveitar as diferentes características culturais das muitas centenas de estudantes estrangeiros que vêm estudar para Coimbra”, inseridos em programas como o ERASMUS; Ferreira Nunes, trouxe à discussão, se não seria importante diversificar os espaços e as ofertas culturais existentes no centro da cidade, também pelas freguesias rurais? Disse ainda: “A maioria das pessoas da minha aldeia, nunca assistiu a um espectáculo de teatro”; Mário Carvalho, interveio fazendo referência ao plano estratégico da câmara no que respeita à Cultura, chamando à atenção na dignificação do espaço envolvente dum belíssimo monumento recentemente restaurado, como é o caso do de Santa Clara-a-Velha; Linhares de Castro, lembrou o desaparecimento de espaços promotores da própria cultura, como era o caso das “tertúlias na Brasileira”, defendendo a título de exemplo, que hoje é preciso que se organizem os públicos duma escola, para assistirem a espectáculos apresentados por outras. Concordou também com a ideia que “Coimbra está de costas voltadas para a Universidade”.
A hora já ia longa e António Vilhena, o moderador, tinha que passar a última palavra ao candidato. Mas, ficou-se com a ideia que todos estavam interessados em debater Cultura, ao contrário daquilo que alguns pensam.
A intervenção final coube a Carlos Cidade, que começou por agradecer a presença de todos, enaltecendo o que ouviu, o que só enriqueceu quem assistiu a este último colóquio. Lembrou a evolução de vários espaços culturais, como o caso de Santa Clara-a-Velha e o Museu Machado de Castro. Afirmou, por isso que “o que está em causa são os projectos e a sua sustentabilidade”. Os espaços também são importantes para os eventos culturais e lembrou que “o próprio Estádio de Coimbra, pelas condições que tem, atrai outros espectáculos e outros públicos”. Considerou que, por vezes, “há uma grande concentração de muitas iniciativas e depois não há público para tanta oferta”. Também para a questão cultural, acha importante a “criação duma agência especializada”. Acha importante tentar consolidar eventos de qualidade já organizados, como foi o caso de “Festival Internacional da Música”. Não esquecendo a importância dos colóquios nesta campanha eleitoral, disse a terminar a sua intervenção: “Foi um esforço que valeu a pena, para mostrar a dinâmica desta campanha e desta candidatura”.
Neste último colóquio, Carlos Cidade foi acompanhado pelos seguintes membros da sua Comissão de Candidatura: Ana Rosa Vaz, António Vilhena, Carlos Martins (Cazé), Carvalho Nunes, Ernesto Moura, Ferreira Nunes, João André Amaral, João Pedro Trovão, José António Cortesão, Linhares de Castro, Manuel Antão, Moura e Sá, Pedro Miguel Martins, Maria do Rosário Pimentel, Mário Carvalho e José Soares, e ainda o Mandatário Reis Marques.
Subscrevemo-nos com as mais elevadas saudações socialistas.
Coimbra, 28 de Março de 2010.

PEL'A COMISSÃO DA CANDIDATURA DE CARLOS CIDADE
O Director da Comunicação,
josesoares.ps@gmail.com

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Colóquio: “Que Cultura se (o)culta a Coimbra?”


HOJE - 4ª Feira
26 de Maio de 2010
21,30 horas

CONVITE

No âmbito da campanha para a Presidência da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, a candidatura de Carlos Cidade está a levar a efeito alguns colóquios temáticos.
Assim, damos público conhecimento do próximo, que é também o último:

Colóquio: “Que Cultura se (o)culta a Coimbra?”

26 de Maio de 2010 (4ª Feira)
21,30 Horas
Sala de Conferências Sá de Miranda, da Casa Municipal da Cultura


Este colóquio tem os seguintes oradores:

Doutor António Pedro Pita
(Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Director Regional da Cultura

Doutora Isabel Vargues
(Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Directora do Teatro Académico de Gil Vicente

Doutor José Ribeiro Ferreira
(Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Professor Catedrático

Moderador: Dr. António Vilhena, vereador da Câmara Municipal de Coimbra e membro da Comissão da Candidatura "A Mudança Responsável - Coimbra Vale a Pena".

ENTRADA LIVRE

Agradecendo a vossa presença, subscrevemo-nos com as mais elevadas saudações socialistas.
Coimbra, 26 de Maio de 2010.

PEL'A COMISSÃO DA CANDIDATURA DE CARLOS CIDADE
O Director da Comunicação,

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Colóquio: “A Importância da Saúde no Desenvolvimento de Coimbra”


“FILEIRA DA SAÚDE” em Coimbra, necessita de Programa Estruturante de partilha de conhecimentos.
Universidade de Coimbra tem que apostar nas Ciências Empresariais.


No âmbito da campanha para a Presidência da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, a Comissão da Candidatura – “A Mudança Responsável – Coimbra Vale a Pena”, levou a efeito o seu quarto colóquio, subordinado ao tema: “A Importância da Saúde no Desenvolvimento de Coimbra”, realizado ontem na Casa Municipal da Cultura de Coimbra.
Esta sessão começou com o moderador Reis Marques, mandatário de Carlos Cidade, a fazer uma apresentação dos ilustres oradores, cuja participação neste colóquio é uma mais-valia para esta candidatura.
Carlos Cidade começou por agradecer a presença de todos, para debater este tema, dado que “a Saúde, é uma área de excelência a um nível superior de prestação de serviços que Coimbra presta.” Lembrou também que “a estrutura hospitalar de Coimbra ocupa uma posição cimeira na rede hospitalar nacional, pela capacidade de atendimento e de internamento de que dispõe, pelo nível do serviço prestado, e, ainda pela actualização técnica e científica onde se destacam valências de prestígio.” Considerou também “a questão que hoje se coloca, sendo a Saúde, um sector de excelência da cidade, é que existirão algumas potencialidades por explorar, nomeadamente a articulação da investigação com o sector empresarial industrial e com a estrutura hospitalar.” Terminou esta intervenção introdutória e de agradecimento à presença de todos, com uma questão: “Poderia ou não constituir-se a partir desta articulação uma “fileira da saúde” integrada?
O primeiro orador foi António Travassos, médico e administrador do Centro Cirúrgico de Coimbra. Para este clínico, “falar da Saúde em Coimbra é aliar os Hospitais da Universidade de Coimbra à Universidade”. Pela sua experiência nacional e internacional, entende que “falta dar continuidade aos conhecimentos de excelência que existem em algumas instituições de Coimbra” e disse também que falta à cidade uma “Escola de Ciências Empresariais”. Entende que nem sempre se aproveitam as oportunidades, muitas vezes por desconhecimento e acha que “os médicos têm sempre tendência para complicar os diagnósticos”, aumentando assim os honorários e também “para se defenderem”. Na sua actual actividade, exclusivamente privada, os diagnósticos são feitos “duma forma computadorizada”. Como solução para o tão falado desperdício na Saúde, defende a “criação duma base de dados nacional”, de forma a evitar a duplicação de exames a que os doentes são sujeitos, muitos deles “sem qualquer valor científico”, o que poupará muito em medicamentos e actos médicos.
A segunda intervenção coube a Isolina Mesquita, administradora da Bluepharma. Como seria de esperar, esta especialista abordou a sua área de eleição – indústria farmacêutica. E, sobre esta, começou por afirmar que “as multinacionais praticamente abandonaram o país”. Informou também, que este sector tem “11 mil postos de trabalho”. Neste momento, “as empresas nacionais é que asseguram a produção de medicamentos”. Sobre a própria Bluepharma, informou que a mesma “tem 175 postos de trabalho e 70 por cento da sua produção é para exportar”. Acha que “há muito desconhecimento nesta área”. Apesar disso, tem um optimismo moderado, pelo que estabeleceram agora uma “parceria com a Universidade de Coimbra, o que tem dado excelentes resultados”. É preciso tirar o saber das universidades e pôr esses conhecimentos ao serviço das empresas. Terminou a sua intervenção com uma mensagem: “É preciso criar condições e motivar o conhecimento mútuo”.
A terceira intervenção esteve a cargo de Fernando José Oliveira. Para este médico e professor universitário, a sua intervenção era mais “como cidadão e não tanto como universitário”. Considerou que um dos problemas de Coimbra é a sua “desindustrialização”. Quando a cidade tinha indústria, a mesma “assentava em mão-de-obra barata” e agora assiste-se a uma “agonia do tecido empresarial”. Sobre a própria Universidade de Coimbra, acha que a mesma “tem sofrido uma perda de influência, mais parecendo agora uma universidade de âmbito regional”, a que não é estranha a abertura de novas universidades. Entende que “não há uma visão estratégica para Coimbra por parte dos poderes autárquicos” e que a cidade tem que ter como prioridade na área da Saúde “uma aposta forte no Turismo Científico”. A título de exemplo, referiu como é possível que uma cidade como Coimbra, “não tenha um centro de congressos” e aquele que se prevê “parece que vai ser mau”. Defende por isso, “que é preciso criar e desenvolver áreas a jusante e a montante da própria Saúde”, a qual “não é só prestação de cuidados assistenciais”.
Depois da qualidade das intervenções, com opiniões divergentes à mistura, seria normal haver um debate a sério, o que veio a acontecer. Reis Marques, que chamou à atenção das potencialidades do termalismo, deu então a voz à assistência e foram muitos os que intervieram: Jorge Lemos, Agostinho Almeida Santos, Manuel Antão, José Soares, José Manuel Ferreira da Silva e João Rosendo, entre outros. Destaque para a chamada de atenção de Agostinho Almeida Santos, para quem “o diagnóstico foi feito à 10 anos, o problema é que dai para cá nada se concretizou”. Por isso, apelou recentemente a Paulo Portas e Passos Coelho, em encontros idênticos a este, e fê-lo agora novamente a Carlos Cidade: "Encare-se a realidade, dado que o diagnóstico está feito, e procurem-se as pessoas certas, para o futuro que passa inevitavelmente pelas Ciências da Vida".
Os oradores convidados tiveram ainda oportunidade para uma breve intervenção final, para aprofundar um ou outro tema e para responderem às questões levantadas durante o debate.
A intervenção final coube a Carlos Cidade, líder desta candidatura. Reconheceu que “foram identificadas claramente as potencialidades de Coimbra na área da Saúde”, com destaque para o seu “aparelho científico”, não esquecendo os recursos humanos qualificados, “para uma outra política de atracção para o IParque”. Destacou ainda que Coimbra, “não deixou de ter o seu ambiente urbano favorável à fixação de mão-de-obra e de quadros qualificados”, pelo que neste momento “a questão difícil é o emprego.” Salientou ainda que os “elementos que aqui foram abordados, são um potencial de integração na fileira da Saúde”, a qual “é e pode ser ainda mais impulsionadora de uma Coimbra difusora de Inovação, de Desenvolvimento Científico e Produtivo.” Terminou a sua intervenção dizendo: “A programação de espaços de prestigio para sede e delegações de empresas, que poderia avançar por exemplo no IParque, mas em condições atractivas para os investidores. Concluindo, estamos perante uma necessidade absoluta de criar um PROGRAMA ESTRUTURANTE, para esta fileira da saúde. Este programa, deve ter um objectivo de integrar e potenciar as diversas vertentes ligadas ao sector da saúde na lógica da constituição dessa fileira, envolvendo todas as entidades, desde a Universidade e os seus vários departamentos, os Hospitais, os Institutos de investigação, a Câmara, a CCDRC, os empresários/industriais. Todos sabemos o que queremos, o que falta é todos fazermos bem.”
Neste colóquio, Carlos Cidade foi acompanhado pelos seguintes membros da sua Comissão de Candidatura: Ana Rosa Vaz, António Sequeira, António Vilhena, Carlos Martins (Cazé), Ernesto Moura, Ferreira da Silva, Linhares de Castro, Moura e Sá, Pedro Miguel Martins, Maria do Rosário Pimentel, Mário Carvalho e José Soares.
Subscrevemo-nos com as mais elevadas saudações socialistas.
Coimbra, 07 de Março de 2010.

PEL'A COMISSÃO DA CANDIDATURA DE CARLOS CIDADE
O Director da Comunicação,
josesoares.ps@gmail.com

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Colóquio: “A importância da Saúde, no Desenvolvimento de Coimbra”

HOJE - 5ª Feira
21,30 horas

CONVITE

No âmbito da campanha para a Presidência da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, a candidatura de Carlos Cidade está a levar a efeito alguns colóquios temáticos.

Assim, damos público conhecimento do próximo:


Colóquio: “A importância da Saúde, no Desenvolvimento de Coimbra”

6 de Maio de 2010 (5ª Feira)
21,30 Horas
Sala de Conferências Sá de Miranda, da Casa Municipal da Cultura

Este colóquio tem os seguintes temas e oradores:

A Saúde, na afirmação de Coimbra, pelo Prof. Doutor Fernando José de Oliveira, Professor Universitário;

Uma experiência empresarial na Saúde, pela Drª. Isolina Mesquita, Administradora da Bluepharma;

O empreendedorismo na Saúde, pelo Dr. António Travassos, Médico e Administrador do Centro Cirúrgico de Coimbra.


Moderador: Dr. Reis Marques, Médico e Mandatário da Candidatura "A Mudança Responsável - Coimbra Vale a Pena"


ENTRADA LIVRE


Agradecendo a vossa presença, subscrevemo-nos com as mais elevadas saudações socialistas.
Coimbra, 06 de Maio de 2010.

PEL'A COMISSÃO DA CANDIDATURA DE CARLOS CIDADE
O Director da Comunicação,
josesoares.ps@gmail.com

sábado, 17 de abril de 2010

Colóquio: “Educação e as Responsabilidades Autárquicas”


Educação, descentralização e competências

Para Coimbra, exige-se uma batalha pela qualificação dos recursos em termos das responsabilidades da Câmara


No âmbito da campanha para a Presidência da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, a Comissão da Candidatura – “A Mudança Responsável – Coimbra Vale a Pena”, levou a efeito o seu terceiro colóquio, subordinado ao tema: “Educação e as Responsabilidades Autárquicas”, realizado no passado dia 14/Abril, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra.
A Educação é uma área decisiva, que merece um debate mais aprofundado, no seio da Comissão Política Concelhia, diz Carlos Cidade, candidato a presidente da estrutura.
Carlos Cidade relevou a importância do tema e congratulou-se com a forma como decorreu o debate, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra, dia 14 de Abril, nomeadamente com a divergência de opiniões dos oradores que, segundo o candidato, enriqueceu o debate e acentuou as virtualidades da democracia.
Em concreto, a opção foi pela discussão em torno da problemática da transferência de competências da Administração Central para as autarquias. Um tema que gerou um debate aceso no colóquio promovido pela Candidatura de Carlos Cidade à presidência da Comissão Política Concelhia de Coimbra do Partido Socialista.
O colóquio contou com a participação do Dr. Jorge Alves, na qualidade de ex-vereador do Pelouro da Educação da Autarquia da Lousã; Dr. Linhares de Castro, ex-Director Regional Adjunto da Direcção Regional da Educação do Centro; Dr. Ernesto Paiva, coordenador da Equipa de Apoio às Escolas de Coimbra; e Dr. António Rochette, Professor da Universidade de Coimbra e especialista em ordenamento do território educativo.
A sala cheia demonstrou o interesse do tema. Para além de alguns elementos da Candidatura, estiveram presentes professores de várias escolas de Coimbra.
Jorge Alves iniciou o debate, contestando a municipalização da educação, apontando o risco de as autarquias virem trabalhar a “duas velocidades”, uma vez que os protocolos que contemplam as transferências da educação foram assinados, apenas, pelos autarcas que assim o entenderam.
Linhares de Castro, defensor do encerramento de escolas de pequenas dimensões, referiu que o caminho para o sucesso é o da territorização das políticas. O ex-adjunto da DREC admitiu que nem tudo correu bem, no processo da transferência de competências, por falta de sensibilidade dos autarcas. Não obstante, considera que é inevitável, no futuro, a colocação dos professores a nível municipal, embora lamente a falta de estruturas técnicas e pedagógicas na Câmara Municipal de Coimbra.
António Rochette lamenta que o futuro Centro Educativo da Solum, que vem substituir o Jardim-de-Infância da mesma zona da cidade, contemple apenas duas salas para e educação pré-escolar, o mesmo número de salas já existente no Jardim a encerrar! Diz que, para Coimbra, se requer uma reorganização séria que tem de passar por levar alunos dos vários ciclos de ensino para escolas com salas devolutas. Acrescentou que Coimbra precisa de uma carta educativa que nos coloque num nível de ensino de qualidade. Defensor dos Centros Educativos, diz que todas as crianças têm os mesmos direitos de oportunidades, que as crianças de todas as freguesias do Concelho de Coimbra devem ter condições como vão ter as crianças da Solum.
Por fim, Ernesto Paiva defende uma escola virada para a comunidade. E critica o presidente da Câmara de Coimbra por se ter recusado – “exclusivamente por razões políticas” – a assinar o protocolo que prevê a transferência de competências e que, na sua opinião, viria a beneficiar a própria autarquia.
Carlos Cidade, no final e referindo-se ao que se passa ao nível do Concelho de Coimbra, salientou a pouco preocupação que a Câmara Municipal de Coimbra tem nesta matéria, quase que refugia nas obrigações óbvias das suas competências.
Coimbra, merece muito mais no plano da educação ao nível das competências autárquicas, mais atitude, mais preocupação, uma política pró-activa, que não existe.
A prioridade da política de educação para o Concelho de Coimbra, deveria passar pela garantia da qualificação de todos os recursos, quer no plano dos equipamentos, quer dos recursos humanos, a começar pela criação de um verdadeiro e qualificado Departamento para a Educação.
A própria Carta Educativa, quase que aprovada de forma administrativa, não teve a envolvência de todos os agentes de forma activa, o que muito prejudica a estratégia de Coimbra, numa área tão fundamental como a Educação.
Saudações socialistas.
Coimbra, 17 de Abril de 2010.

PEL'A COMISSÃO DA CANDIDATURA DE CARLOS CIDADE
Ana Rosa Vaz - José Soares

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Colóquio: “EDUCAÇÃO e as responsabilidades autárquicas”


CONVITE PARA HOJE

No âmbito da campanha para a Presidência da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, a candidatura de Carlos Cidade está a levar a efeito alguns colóquios temáticos.

Assim, damos público conhecimento do próximo:

Colóquio: “EDUCAÇÃO e as responsabilidades autárquicas”

14 de Abril de 2010 (4ª Feira)
21,30 Horas
Sala de Conferências Sá de Miranda, da Casa Municipal da Cultura


Este colóquio tem os seguintes temas e oradores:

As Novas Responsabilidades, pelo Dr. Linhares de Castro, Director de Instituto Educativo, ex-Director Adjunto da DREC;

As Cartas Educativas, pelo Prof. Doutor António Rochette, Professor de Geografia na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra;

Uma Experiência Autárquica, pelo Dr. Jorge Alves, ex-vereador com responsabilidades na área da Educação;

As Relações com as Autarquias, pelo Dr. Ernesto Paiva, Coordenador da Equipa de Apoio às Escolas de Coimbra.


Moderador: Profª. Ana Rosa Vaz, Membro da Comissão de Candidatura
ENTRADA LIVRE

Agradecendo a vossa presença, subscrevemo-nos com as mais elevadas saudações socialistas.

Coimbra, 14 de Abril de 2010.

PEL'A COMISSÃO DA CANDIDATURA DE CARLOS CIDADE
O Director da Comunicação,
josesoares.ps@gmail.com



Discutir educação não é nem tem que ser, apenas e só, uma discussão em torno dos problemas dos professores.
Estes problemas poderão e deverão ser sempre debatidos e o PS não fugirá, como nunca fugiu, à sua discussão. Porém, julgamos ser mais oportuno e mais pertinente determo-nos na problemática das transferências de competências da Administração Central para as autarquias, em matéria de educação. É um tema actual e polémico que envolve vários parceiros, professores e pais por um lado e agentes políticos, nomeadamente os autarcas, por outro.
Numa altura em que se define um novo modelo de ordenamento territorial, quiçá o primeiro, em matéria de educação, importa discutir estas e outras questões de forma integrada.
Pretende-se, neste debate, auscultar as opiniões de quatro especialistas, oriundos de áreas e experiências diversas, que garantidamente nos irão enriquecer.

Ana Rosa Vaz

sexta-feira, 26 de março de 2010

Colóquio: "Água, Desafio do Século"


No âmbito da campanha para a Presidência da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, a Comissão da Candidatura – “A Mudança Responsável – Coimbra Vale a Pena”, levou a efeito o seu segundo colóquio, subordinado ao tema: “Água, Desafio do Século”, realizado ontem na Casa Municipal da Cultura de Coimbra.
Moderado por Mário Carvalho, membro desta Comissão de Candidatura, este colóquio teve a participação de: Martim Portugal (Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, tendo já sido seu Presidente do Conselho Directivo. Foi membro da Assembleia Municipal de Coimbra e Ex-Administrador dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Coimbra); Helena Freitas (Professora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Foi Provedora do Ambiente e Qualidade de Vida de Coimbra. Actualmente membro da Assembleia Municipal de Coimbra) e Nelson Geada (Presidente do Conselho de Administração da Águas do Mondego – Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e Saneamento do Baixo Mondego – Bairrada, S. A. (Grupo ÁGUAS DE PORTUGAL). Foi Director de Departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Coimbra, Director Regional da Direcção Regional de Ambiente do Centro e Administrador de outras empresas do Estado, da área das Águas e Resíduos).
Martim Portugal foi o primeiro orador a intervir, que começou por afirmar, o que foi uma constante da sua intervenção: “A água é um bem público”. Considerou a importância da água como a democracia, que está presente na vida de todos nós e que tem as mais variadas formas. Não subscreve as opiniões daqueles que a acham um bem caro, afirmando que quase tem “vergonha ao pagar a factura da água lá de casa, que é mais barata do que o preço de algumas bicas”. Acredita que no futuro os preços da água serão mais elevados, ajustados à realidade, mas defendeu duma forma convicta que, independentemente das formas de gestão que a mesma venha a ter no futuro, ela “deve continuar a ser lusa”, dizendo que “a alma da água não é compatível com a entrega a outros”, não aceitando que a mesma possa vir a ser gerida por entidades estrangeiras. Sobre Coimbra, lembrou os tempos que passou pelo SMASC, nos tempos de Manuel Machado (presente neste colóquio), e referiu que estamos numa cidade privilegiada, dadas as características onde se fazem as captações, o que se traduz em Coimbra “ter uma água de excelente qualidade”.
Helena Freitas começou por dar outra classificação à própria água, afirmando que a mesma é acima de tudo um “recurso biológico”, embora haja alguns que dizem que é um recurso natural. Defende a reestruturação do sector agrícola, para o qual são essenciais os recursos hídricos. No mesmo sentido, disse que “não faz sentido falar da política da água, sem falar da política florestal”. Um outro aspecto curioso da sua intervenção, e que passa despercebido ao comum dos cidadãos, são os espaços verdes das cidades. Ao contrário do que seria desejável, os mesmos são “totalmente dependentes da água, o que é um profundo erro”. Por isso, defende a criação dos mesmos, onde não haja essa dependência.
Nelson Geada foi o terceiro convidado a usar da palavra, situando a sua intervenção mais numa análise entre a “água pública e água privada”. Começou por fazer uma análise histórica à própria água ao longo dos séculos, para dizer que um dos problemas da água nos dias de hoje, tem muito a ver com o excesso de consumo que é feito nas chamadas “economias emergentes”, onde se destacam países como a China, Índia e Brasil, os quais contribuem, e muito, para a escassez da água a nível mundial. A título de exemplo, mas muito significativo, disse que “para se obter um quilo de carne de bovino, gastam-se 15 mil litros de água”. Uma simples chávena de café, antes de chegar à nossa mesa, já teve um consumo de “140 litros de água”. Em relação ao nosso país, não teve dúvidas em afirmar: “No que respeita à água, em Portugal estamos bem”.
Seguiu-se depois um espaço de debate entre os convidados e os presentes, o que permitiu aclarar algumas questões que foram abordados nas intervenções iniciais, o que foi proveitoso e clarificador para se perceber melhor a importância da água neste século.
A última intervenção coube ao candidato à presidência da Concelhia do PS/Coimbra, Carlos Cidade, que agradeceu aos convidados o terem aceitado o seu convite para este colóquio, do qual o seu grupo de trabalho que está a elaborar o seu programa, iria tirar grandes ensinamentos. Por questões de maior rigor, transcrevemos na íntegra algumas das afirmações proferidas por Carlos Cidade, no seu discurso de encerramento deste colóquio:

“A posição estratégica de Coimbra integrada na Bacia Hidrográfica do Mondego, permite-lhe hoje através do elemento água, ser um factor de Coesão Regional.”
“Os processos de reestruturação em curso relativos à gestão dos vários sistemas, não podem implicar que a água saia da esfera pública.”
“Enquanto futuro Presidente da Comissão Politica Concelhia de Coimbra do PS, não permitirei e será denunciado, que qualquer processo negocial relativamente ao património municipal, como a empresa municipal Águas de Coimbra, seja desbaratado.”
“A Águas de Coimbra, é herdeira de um grande serviço/escola que foram os SMASC, tem um património de recursos humanos de grande qualidade, os serviços que presta honram a causa pública, e por isso exigem-se processos de transparência, face às possíveis tentativas declaradas ou não, de colocar em causa o serviço prestado.”
“Embora reconhecendo que qualquer processo de reestruturação, tem e deve ter por base o princípio da solidariedade, não pode por interesses meramente economicistas, colocar em causa o património da população de Coimbra, e o bem essencial que é de todos nós, a água, determinante para a nossa vida.”


Saudações socialistas.
Coimbra, 26 de Março de 2010.

PEL'A COMISSÃO DA CANDIDATURA DE CARLOS CIDADE
O Director da Comunicação,
josesoares.ps@gmail.com

quinta-feira, 25 de março de 2010

Colóquio: “ÁGUA, DESAFIO DO SÉCULO”

HOJE
25 de Março de 2010 (5ª Feira)
21 horas
CONVITE

No âmbito da campanha para a Presidência da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, a candidatura de Carlos Cidade está a levar a efeito alguns colóquios temáticos.

Assim, damos público conhecimento do próximo:

Colóquio: “ÁGUA, DESAFIO DO SÉCULO”

25 de Março de 2010 (5ª Feira)
21 Horas
Sala de Conferências Sá de Miranda, da Casa Municipal da Cultura

Este colóquio, tem os seguintes oradores:

Prof. Martim Portugal, Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, tendo já sido seu Presidente do Conselho Directivo. Foi membro da Assembleia Municipal de Coimbra e Ex-Administrador dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Coimbra.

Profª. Helena Freitas, Professora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Foi Provedora do Ambiente e Qualidade de Vida de Coimbra. Actualmente membro da Assembleia Municipal de Coimbra.

Engº Nelson Geada, Presidente do Conselho de Administração da Águas do Mondego – Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e Saneamento do Baixo Mondego – Bairrada, S. A. (Grupo ÁGUAS DE PORTUGAL). Foi Director de Departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Coimbra, Director Regional da Direcção Regional de Ambiente do Centro e Administrador de outras empresas do Estado, da área das Águas e Resíduos.

Moderador: Mário Carvalho, Membro da Comissão de Candidatura

ENTRADA LIVRE

Agradecendo a vossa presença, subscrevemo-nos com as mais elevadas saudações socialistas.

Coimbra, 25 de Março de 2010.

PEL'A COMISSÃO DA CANDIDATURA DE CARLOS CIDADE
O Director da Comunicação,
josesoares.ps@gmail.com

Cidade debate água

ÁGUA - O DESAFIO DO SÉCULO"

ÁGUA – O DESAFIO DO SÉCULO


A Água, é um bem essencial da humanidade e para o seu futuro.
Hoje o abastecimento de água para consumo humano e o saneamento de águas residuais, estão no centro das atenções e são essenciais para as populações, e são de facto um dos grandes avanços dos últimos cento e setenta anos, com as características que hoje conhecemos.
Em Portugal, o crescimento tem sido significativo, fundamentalmente nas últimas duas décadas, no entanto as carências estruturais ainda existem, e isso tem que nos levar a centrar as nossas energias numa perspectiva de médio/longo prazo. Estas preocupações estão inscritas no designado PEAASAR II (Plano Estratégico de Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais) aprovado para o período de 2007 a 2013.
Naturalmente que haverá diferentes formas de abordar este problema, de um recurso escasso, mas essencial.
O designado Ciclo Urbano da Água é a matriz referência, pela sua lógica e por permitir visualizar de uma forma integrada não apenas os serviços de água, mas também a sua interligação com os recursos hídricos, com as questões ambientais e sociais, e muito especialmente com a saúde pública.

Quando falo em Ciclo Urbano da Água, refiro-me às suas quatro fases:

* a captação da água para abastecimento urbano a partir dos recursos naturais, a que corresponde no essencial a recursos hídricos superficiais ou subterrâneos;

* a gestão dos sistemas de abastecimento de água para consumo humano, que são conhecidos como o conjunto de infra-estruturas, equipamentos, meios logísticos e humanos e relações jurídicas destinado à prestação desse serviço;

* a gestão dos sistemas de saneamento de águas residuais urbanas, que são conhecidos e de forma similar ao anterior, como o conjunto de infra-estruturas, equipamentos, meios logísticos e humanos e relações jurídicas destinado à prestação desse serviço;

* a rejeição de águas residuais urbanas e pluviais no ambiente, que normalmente nos recursos hídricos superficiais, ou o seu aproveitamento.

No sentido de garantir a preservação de um bem tão precioso, hoje tem sido quase à escala planetária, colocada a discussão a forma de gestão, no plano da governança e gestão dos serviços de águas.
E merecem de facto uma reflexão específica, que levanta desde já as seguintes questões:
Será que os Governos estarão tendentes a proceder a uma adequada adaptação institucional do sector, com vista a estabelecer modelos adequados, claros e com estabilidade, face às questões complexas que estão associadas. Quer no plano central, quer local, potenciando economias de escala, de qualidade e de processo, para que os sistemas sejam sustentáveis?
Será que o reforço e aperfeiçoamento dos instrumentos de regulação dos serviços de água, serão um contributo para melhorar a eficiência e proteger os consumidores?
Outra questão polémica, tem a ver com a promoção do desenvolvimento empresarial associado ao sector da água, que poderá ser um potencial criador de emprego e riqueza, nas várias formas de parcerias público-público e público-privado, através da gestão delegada ou concessionada?
A tendência será a de procurar assegurar uma sustentabilidade adequada, nomeadamente através de geração de receitas, e quais?
Haveriam outras questões a colocar, mas para já estas, são pertinentes ao momento, e que procurarei que sejam abordados no debate que se realizará na próxima quinta-feira, dia 25 de Março, a partir das 21 horas, na Casa Municipal da Cultura, para o qual convidei especialistas do sector, talvez, com pontos de vista diferentes ou não, mas sem dúvida com reconhecido mérito: Prof. Martim Portugal, Profª. Helena Freitas e Engº Nelson Geada.

Participe no debate de um tema tão actual, pertinente e determinante para o nosso futuro.

Carlos Cidade

sexta-feira, 5 de março de 2010

Colóquio: "Coimbra Jovem e Empreendedora"


No âmbito da campanha para a Presidência da Comissão Política Concelhia do PS/Coimbra, a Comissão de Candidatura de Carlos Cidade levou a efeito o seu primeiro colóquio, subordinada ao tema: “Coimbra Jovem e Empreendedora”, realizado ontem na Casa Municipal da Cultura de Coimbra.
Moderado por António Vilhena, vereador e membro desta Comissão de Candidatura, este colóquio teve a participação de: Rui Antunes (Presidente do Instituto Politécnico de Coimbra), Carlos Silva (Presidente do Sindicato dos Bancários do Centro e Dirigente da UGT), Fátima Carvalho (Presidente do Sindicato Têxteis do Centro, Dirigente da CGTP-IN) e Rui Duarte (Estudante, Vereador da C.M.Coimbra e membro do Conselho Nacional da Juventude).
O primeiro orador, Rui Duarte, considerou que esta candidatura “estava a começar os debates pelo princípio”, ao iniciá-los pelos assuntos ligados à Juventude. “É um bom sinal”, disse. Começou a sua intervenção com a apresentação dum filme, que mostrava o que é hoje a juventude no século XXI, que é uma “geração global”. Admitiu que “já fomos a Cidade do Conhecimento, mas Coimbra tem capacidades únicas que é preciso aproveitar”, onde os nossos estudantes se formam mas também aprendem a ser cidadãos. Da sua análise e experiência, defendeu que “os jovens são a parte mais importante para o desenvolvimento de Coimbra e acrescentam valor à cidade, ao país, à Europa e ao mundo”.
Fátima Carvalho começou por interrogar-se se devia estar num debate sobre empreendedorismo. “Os trabalhadores precisam é de empreendedores e nós temos é muitos patrões”. A questão que mais a preocupa é o desemprego e reconhece que os sindicatos “fazem parte do problema”, mas lamenta que não sejam mais chamados a “fazer parte da solução”. Pela sua passagem pelo executivo camarário, além da desilusão, ficou com a ideia ainda mais clara que “Coimbra tem todo o potencial para se desenvolver, mas depois o resultado final não é conseguido”. Acredita no potencial da marca “Coimbra”, que foi acarinhada por Fausto Correia há muitos anos, recordou, sugerindo que se aproveite agora os nomes de “Pedro e Inês” para divulgar essa mesma marca.
Carlos Silva acredita que “o empreendedorismo é o principal motor de desenvolvimento duma cidade ou duma região”. Como dirigente bancário, historiou um pouco o sector, onde, disse: “ninguém entra hoje na banca que não seja licenciado” e, “só em Coimbra, existem 73 agências bancárias”. Para este dirigente da UGT, a banca foi o sector que melhor se adaptou às novas tecnologias. Como sindicalista, entende e defende que o seu trabalho “é procurar soluções com todas as entidades”.
Para Rui Antunes, “Coimbra é uma cidade de estudantes, sendo por isso um “pólo atractivo de jovens nacionais e estrangeiros”. Para este professor, há vários bons exemplos em Coimbra na “aplicação do conhecimento na criação de empresas”. Achar que “Coimbra continua a ser a Cidade do Conhecimento, mais do que a Cidade da Saúde”. Acredita que a Universidade já não está ligada ao poder político, como antigamente, estando hoje mais vocacionada para contribuir para a melhoria da economia local e nacional. A terminar, lamentou que “ainda não haja em Coimbra um Centro de Congressos”.
Seguiu-se depois o espaço para debate, tendo alguns dos presentes usado da palavra: Manuel Claro, Carlos Martins (Cázé), Arménio Ferraz e José Manuel Ferreira da Silva.
A última intervenção coube ao candidato à presidência da Concelhia do PS/Coimbra, Carlos Cidade, que mostrou-se bastante agradado pela forma positiva e participava como decorreu este primeiro colóquio, afirmando que “muito do que aqui ouvi e aprendi, irá fazer parte do meu programa de candidatura. É para isso que estes encontros servem”. Sobre a Universidade e o executivo camarário, assunto muito falado neste encontro, disse que “as relações entre a Universidade e a Câmara, deram bons resultados nos tempos do Prof. Rui Alarcão e do Dr. Manuel Machado”. Admitiu que é preciso inverter algumas situações na cidade, mas que tal se torna difícil quando “Coimbra perdeu população nos últimos dez anos”. Entende por isso que “Coimbra deve ganhar dimensão populacional” para se desenvolver em várias áreas onde tem esse potencial e até vê como positivo o desenvolvimento dos concelhos vizinhos, como forma de estímulo e de evolução da própria cidade, defendendo que “a autarquia devia criar uma agência para captar empresas para Coimbra”. Lamentou que nos últimos anos, “Coimbra seja só a Queima das Fitas, as Festas da Rainha Santa e os U2”. A terminar, diz esperar da Câmara uma nova atitude e “agora é tempo de ouvir os socialistas, depois de Maio iremos ouvir os conimbricenses”.
Saudações socialistas.
Coimbra, 05 de Março de 2010.

PEL'A COMISSÃO DA CANDIDATURA DE CARLOS CIDADE
O Director da Comunicação,
josesoares.ps@gmail.com

quinta-feira, 4 de março de 2010

Colóquio “COIMBRA JOVEM E EMPREENDEDORA”

HOJE (5ª Feira)
4 de Março de 2010 - 21 Horas

Casa Municipal da Cultura de Coimbra
Sala de Conferências Sá de Miranda


Este colóquio, tem os seguintes oradores:

Prof. Doutor Rui Antunes, Presidente do Instituto Politécnico de Coimbra

Dr. Nunes da Silva, Delegado Regional do IEFP

Carlos Silva, Presidente do Sindicato dos Bancários do Centro e Dirigente da UGT

Fátima Carvalho, Presidente do Sindicato Têxteis do Centro, Dirigente da CGTP-IN

Rui Duarte, Estudante, Vereador da C.M.Coimbra e membro do Conselho Nacional da Juventude.

ENTRADA LIVRE